Tem caroço nesse angu

O angu é um prato típico da culinária mineira, muito apreciado. É muito fácil preparar o angu. Ele é feito à base de fubá (farinha de milho) e água. O problema é que às vezes aparece um caroço. A nossa vida é igual a uma grande travessa de angu. Ela é muito simples. Mas há muita hipocrisia que a deixa cheia de caroços...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Carnaval não é feriado




É lugar comum, todo mundo sabe, o "ano" no Brasil só começa mesmo depois do carnaval.
Os calendários escolares até apresentam dias de aula antes da festa, mas todo mundo sabe que nem metade dos alunos comparecem e nenhum professor inicia seu conteúdo programático.
Até mesmo nossos excelentíssimos parlamentares voltam de seu recesso antes das celebrações do "adeus à carne". Mas as decisões sérias não são tomadas nesse momentâneo retorno até o feriado prolongado.
Então, trabalho pra valer mesmo, só na primeira segunda-feira após o carnaval.
Feriado prolongado, pela tradição.
Pegue um calendário, confira lá. Apenas a terça-feira está marcada como feriado.
Mas quem não emenda a segunda? Além e engolir meia quarta-feira. Afinal Quarta de Cinzas é o dia nacional de celebração da ressaca. Ninguém merece acordar cedo.
Mas não é isso que a Justiça do Trabalho de São Paulo entende.
Em decisão de um processo onde uma funcionária requeria indenização por ter trabalhado na terça-feira de carnaval os meritíssimos juízes foram contra uma tradição de mais de 10 mil anos. E deram ganho de causa ao patrão afirmado que carnaval não é feriado.
Duvida? Então veja o que o advogado Marthius Savius disse à TV do STF.
A consequência dessa decisão pode ser que a cada ano mais empresas obriguem seus empregados a trabalharem durante a Folia de Momo. Em nome da falácia de que os feriados trazem prejuízo para a economia. Falácia, porque a única coisa que eles trazem é menos lucros a quem só está interessado em ter lucros exorbitantes.
Então, a única salvaguarda para a manutenção dessa data como um dia de descanso é que uma lei seja aprovada oficializando a data como um feriado constante da lista de feriados nacionais.
Se bem que o carnaval sempre foi a festa da subversão, da inversão de valores. Melhor que ele continue não sendo feriado oficial, mas aquele imposto pelos que o fazem.

Uma boa reflexão cabe quanto à uma característica da nossa própria sociedade.
Numa cultura capitalista nenhuma instituição representa melhor essa sociedade do que os bancos.
E se os bancos não funcionam durante o carnaval, não existe lei maior que o autorize.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Uma lição sobre a política brasileira


A reforma política sempre é lembrada quando surgem problemas como o escândalo envolvendo políticos do Distrito Federal. Porém, reforma nenhuma irá resolver o maior dos problemas políticos do Brasil uma vez que este é cultural: o patrimonialismo. A falta de distinção entre o que é patrimônio público e o que é patrimônio privado. É o que acontece quando o governante toma o público como sendo propriedade sua e faz uso deste para obter ganhos pessoais.

Na semana passada foi revelado pela Revista Época e pelo DFTV o conteúdo de uma carta encontrada pela Polícia Federal na casa de Domingos Lamoglia, ex-chefe de Gabinete do Governador José Roberto Arruda. O autor da carta assina P.P., que segundo os investigadores seria o ex-Deputado Distrital Pedro Passos, e é endereçada ao próprio governador.

A carta em si revela pouco sobre o esquema de corrupção em que Arruda está envolvido. Mas é reveladora quando se torna um instrumento valiosíssimo para o entendimento da forma como os políticos pensam o poder, os recursos públicos e a si próprios.

Em tom lamurioso um homem que encontrou sua derrocada devido ao seu envolvimento com a corrupção pede de socorro financeiro de e de forma melodramática, chora suas amarguras e desaventuras no ano e meio anterior à sua redação. O mandato público que possuia servia a ele, e serve a quase totalidade dos que o detém, como um viés facilitador de seus negócios privados ou de seus financiadores.

Sem a “estrutura da CLDF” P.P. não consegue sustentar o mesmo padrão de ganhos e acumula dívidas. Seus ganhos se reduzem drasticamente, com o fim dos “diversos outros negócios decorrentes do mandato”. Então ele clama por quem por hora detém o poder político ajuda em seus negócios privados.

“Penso e sei que para o governo isso não é nada. O governo é muito, muito grande e com um simples gesto de solidariedade e amizade me ajudará imensamente.”

O governo está lá para atender aos seus interesses. Mesmo que esses sejam o de sanar dívidas particulares e evitar que se desfaça de seu patrimônio. O pedido é simples: ele quer R$ 1,5 milhão de forma imediata, mais uma mesada de R$ 100 mil.

E de onde viria esse dinheiro? Do bolso do próprio governador? Claro que não. P.P. tentava entrar no esquema de distribuição de mesadas que o governador controlava, em troca de fidelidade e gratidão. Uma rica moeda no jogo de altos e baixos da política em que o único projeto de governo é dominar o poder.

Políticos como esses acreditam de fato que estando no comando do poder detém os recursos públicos e podem o administrar ao seu bel prazer. E acreditam que suas amarguras financeiras de cunho pessoal podem ser sanadas com recursos oriundos de desvios, propinas ou “recursos não contabilizados”. É o normal, é o usual, é o corriqueiro.

Este é o principal problema político do Brasi.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Menoridade penal


O debate sobre a menoridade penal é daqueles temas que levantam acalorados debates. É obvio que o uso de menores pela criminalidade é um dos problemas mais gritantes de nossa sociedade, mas a simples redução da idade para ser processado criminalmente não vai resolvê-lo.

É muito fácil condenar à prisão um jovem que encontrou no crime o meio mais acessível de dar uma resposta às agressões sofridas durante toda sua vida. O problema social é grande e de difícil solução. Não porque seja impossível, mas por que ela depende de um esforço de mudança exatamente daqueles que anseiam pela punição carcerária.

A pergunta que se precisa fazer é: o leva jovens à optarem pela criminalidade?

Imaginem a vida desse jovem, que se quer preso pelo seu crime. Sua mãe nunca teve tempo para lhe dedicar. Geralmente empregada doméstica, condição que lhe foi imposta pela falta de estudo, tinha que cuidar dos filhos da patroa. Saia de casa ainda não havia amanhecido e quando retornava já era tarde da noite. Isso quando a patroa permitia, pois não raro passava a semana fora, só retornando no domingo. Os filhos da patroa precisam de cuidados e atenção. Não sabem fazer nem um copo de leite achocolatado sozinho. O seu filho teve que aprender à se virar logo cedo. Mas, mesmo trabalhando como uma escrava, sem hora pra terminar a jornada, sem dia certo pra voltar pra casa, ela nunca pode dar ao filho os "brinquedos" que os filhos da patroa tinham, o tênis, a educação.

O garoto cresceu sem mãe e seu pai lhe abandonou cedo. Ou porque a mulher pouca atenção lhe dava, ou porque seguiu o exemplo que viu em casa com seu pai. A pouca referência masculina que possui é um homem beberrão, violento e ausente.

A escola também lhe agride, lhe taxa de incapaz, seus professores parecem ter raiva dele, ou de ter que estar naquela escola. Quando tem professor. E geralmente esse falta muitas vezes ou se substitui com grande frequência. Nada do que querem lhe ensinar nesse local tem alguma ligação com qualquer coisa que ele conheça como realidade. O professor fala de lugares distantes, de um jeito de se falar sem sentido, de bichos e plantas. E tudo isso parece mais importante do que qualquer coisa que se passe na vida de qualquer um dos alunos.

Da polícia ele sempre aprendeu ter medo e raiva. Ela só estava lá para vigiá-lo. O olha como se esperando o momento em que ele vai cometer um crime. Como se fosse apenas uma questão de tempo. Quando se dirige a ele, é para reprimi-lo. Independente de haver motivo para a abordagem. Todos são suspeitos, todos são inimigos.

Exemplos de sucesso? Só mesmo o traficante da rua. Esse tem dinheiro, tem respeito (ou medo, o que é o mesmo), tem mulheres. Não pede, manda. Ou o ladrão, que também tem dinheiro. Mas não gasta o que "ganhou" comprando o que deseja. Toma.

E querem que esse garoto, agredido fisicamente, socialmente, psicológicamente, desde que se lembra vá para que caminho?

Claro, não são todos que se envolvem em criminalidade. Na verdade, a minoria dos jovens que vivem em áreas esquecidas pelo Estado, nas periferias das grandes cidades, se envolvem com a criminalidade. Mas esses que tentam viver a vida dentro das regras da sociedade sofrem as mesma violência social, criam em si a mesma revolta. Mas são tratados como ser pobre fosse crime. E no Brasil é. Pode não estar previsto no Código, mas está claro no preconceito, na mídia, na publicidade, nas relações sociais.



Antes de decidirmos pela condenação dos menores envolvidos em crimes devemos pensar e tentar responder:

- Por que não se defende com tanto calor a melhoria da qualidade educacional das escolas públicas? E, quando tem quem a defenda, logo é taxado de demagogo?

- Não seria essa mais uma medida repressora exclusivamente contra as classes mais desfavorecidas? Afinal, jovens de classes mais abastadas não cumprem pena mesmo que seus crimes sejam flagrantes. Apenas um exemplo: os jovens brasilienses que assassinaram o índio Galdino. Havia uma grande complacência da mídia.

- Não há debate para se melhorar a defensoria pública, o único meio que esses menores a quem querem penalizar tem para se defenderem na Justiça.

- Tirando a contabilidade dos votos, não há "vontade política" em se melhorar as condições humanas nas áreas mais carentes do Brasil. Em vésperas de eleições se passa um asfalto, constrói um prédio a que chamam escola ou hospital. Mas o serviço, esse sempre é precário.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Explicando o sexo às crianças

Quem tem filhos sabe, um dia não vai ter jeito. Eles vão te pegar no momento mais desprevenido e perguntar, sem pudor.

"Mãe, o que é sexo?".
"Pai, o que é homossexual?".

E não importa se as visitas ainda estão tomando a primeira xícara de café ou se é na hora que a família está reunida em volta da cama enquanto o padre está dando a extrema unção para um ente querido. O pimpolho vai querer saber naquele momento. E tentar desconversar vai ser bem pior.

Acalme-se! Finalmente alguém teve a brilhante idéia de traduzir em imagens simples aquilo que é sempre tão complicado de se explicar em palavras.

Então, ai vai o "Guia ilustrado para explicar o sexo e suas nuances para crianças".


























Deveria virar material didático para aula de reprodução humana e sexualidade em escolas públicas.


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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A ocasião faz o ladrão

O jornalista Luiz Carlos Azenha tem um excelente blog, chamado Vi o Mundo, onde segundo o próprio autor ele posta aquilo que você nunca pôde ver na TV.
No dia 17/01/2010 o jornalista publicou o artigo Haiti: direitista pede que americanos não doem nada, onde ele denuncia que a oposição estadunidense acusa o presidente Barack Obama de querer se promover politicamente às custas do desastre ocorrido. Rush Limbaugh, radialista ligado ao Partido Republicano, põe sob suspeita o destino do dinheiro doado pelos cidadãos norte-americanos à Cruz Vermelha e ainda inverte a realidade ao dizer que o terremoto foi
Por um lado se é aterrador ver que um radialista se aproveita da tragédia humana para fazer simples ataques políticos à um presidente cuja linha política ele discorda. Mas aqui também temo o nosso Limbaug. Ele se chama Cláudio Humberto e tem usado seu programa diário na rádio Band News FM Brasília para atacar e por sob suspeita a disponibilidade do presidente Lula em ajudar o Haiti, comparando a tragédia daquele país com a que ocorreu em Angra dos Reis, distorcendo a realidade para fazer críticas idênticas as que Barack Obama vem recebendo.
Por outro lado, não podemos esquecer que quando das chuvas arrasadoras em Santa Catarina, no ano de 2008, nos deparamos com pessoas que se aproveitaram da solidariedade em forma de doações vindas de todos os cantos do Brasil para tirar proveito pessoal, como notíciado no Jornal Nacional do dia 16/12/2008.
Nesta época a presidente da Pastoral da Criança, Zilda Arns, e que foi uma das vítimas da tragédia haitiana, disse em reportagem do Jornal Extra estar envergonhada pelo ocorrido e descreveu as pessoas que promoviam o furto das doações como sendo "o tipo de gente que, se tem oportunidade, rouba".
É a concretização do velho ditado brasileiro que diz que a ocasião faz o ladrão. Estava fácil, estava acessível, todo mundo está pegando, por que não pegar também? Este tipo de pensamento cristalizado na cultura brasileira é o que justifica a corrupção. Somos culturalmente corruptos. Furamos fila, não cumprimos nossas obrigações agraciados com a ajuda de algum conhecido, obtemos vantagens sobre outras pessoas graças à "padrinhos". Achamos que esses pequenos desvios são toleráveis. O famoso jeitinho brasileiro.
Na mesma reportagem do Jornal Extra o historiador Marco Antônio Villa afirma: "a gente fica horrorizado. Quando se vê um político dividindo sacos de dinheiro, de forma tranqüila, começa-se a achar natural um voluntário separar daquele conjunto o que é melhor para ele. (...) Quando se banaliza a corrupção, se banaliza a culpa. O risco é de que se torne um comportamento epidêmico".
Tragédias humanas como a de Santa Catarina, do Haiti, de Angra dos Reis trás à tona o que há de melhor e pior no ser humano. Se podemos perceber que existem pessoas disposta a dar um pouco para ajudar muitos, se vimos que a comunidade internacional, quando quer, consegue se unir em torno da solidariedade aos mais necessitados, também podemos ver que o ser humano é capaz de aproveitar-se da bondade alheia, de usurpar o pouco daquele que tudo perdeu e també é capaz usar a desgraça alheia como arma de ataques aos seus desafetos.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Amigos

Silvio Berlusconi, o parlapatão que governa a Itália, ao se encontrar com o presidente dos EUA, Barack Obama, se mostrou todo pimpão pro lado da primeira dama estadunidense.
O resultado é que algum tempo depois... Veja você mesmo as imagens:


Seguindo a linha "Kibe Loco", qual o melhor comentário sobre as imagens acima?

a) Ter amigos é tudo nessa vida.

b) Mexeu com a mulher errada, rapá!

c) Networking is everything.

d) Bem que o "amigo do Obama" poderia não gostar de panetones...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Certeza e confiança

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Outro dia estava conversando com minha esposa sobre a diferença entre ter certeza e ter confiança. Ela insistia em dizer que era praticamente a mesma coisa. Ou que no máximo as diferenças entre os dois sentimentos eram tão poucas que eram insignificantes.

Discordei integralmente. E afirmo que são totalmente diferentes, apesar de se parecerem e se confundirem.

Confiança é a crença na realidade de alguma coisa que é tida como realidade. A confiança pressupõe fé. Ou se confia, ou não se confia. Não há meio termo. Confiar desconfiando não é confiar. É alegar confiança, mas sempre ter dúvida.

Certeza É o sentimento indubitável de que algo é realidade. Realidade inegável, imutável, inodora, incolor e insípida. Certeza é uma coisa muito rara.
Dizem que certeza mesmo só podemos ter uma: a morte. Eu digo que ao menos duas podemos ter: a primeira é que todos vamos morrer. A segunda é que até que isso aconteça, pagaremos imposto.

Mas há uma terceira certeza, essa que somente as mulheres podem ter: o filho. E foi com essa certeza que eu comprovei minha teoria de que certeza é confiança são coisas totalmente diferentes.
O nosso filho foi a prova. Minha esposa tem certeza de que é filho dela. Cresceu dentro dela, estava ligado pelo cordão umbilical, saiu de dentro dela. Eu confio que seja meu filho. Porque confio nela. Mas não posso afirmar certeza. A não ser que eu faça um exame de comparação dos nossos DNA. Mas para ter certeza, demonstrarei não ter confiança. E em nome do bom relacionamento e da integridade do meu salário, melhor continuar confiando.

Afinal, filho é como carro. Se está registrado no seu nome, ele é seu.


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sábado, 5 de dezembro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

As imagens abaixo foram-me enviadas por e-mail e cada foto mostra uma família de um determinado país e aquilo que esta família consome em uma semana. Interessante notar a diferença entre o tamanho da família, sua dieta alimentar, o nível de gastos com alimentação e a disponibilidade de cada tipo de alimento de acordo com o nível de desenvolvimento de cada país.

Alemanha
Família Melander, de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares

Estados Unidos da América
Família
Revis, da Carolina do Norte
Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dolares


Italia
Família Manzo, da Secília
Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros / $260.11 dolares

México
Família Casales, de Cuernavaca
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares


Polónia
Família Sobczynscy, de Konstancin-Jeziorna
Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys / $151.27 dólares

Egito
Família Ahmed, do Cairo
Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares

Equador
Família Ayme, de Tingo
Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares

Butão
Família Namgay, da vila de Shingkhey
Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum / $5.03 dólares

Chade
Família Aboubakar, do campo de refugiados de Breidjing
Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Filosofia pura (2)

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O pensamento socrático postado anteriormente me remeteu à este vídeo.




Piada para poucos!


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Filosofia pura

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Onde estávamos com a cabeça?

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É por isso que temos uma geração perdida.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Star Wars in One Minute, in One Take

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E tem gente gastando milhões com algo que dá pra fazer em um minuto, em um take e um dólar...




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10 coisas que odeio em flanelinhas

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"Eu detesto flanelinhas. Isso é lugar comum demais, eu sei, mas o fato é que esses seres que vieram do inferno para nos destruir circulam livre e impunemente extorquindo motoristas e cidadãos que querem apenas estacionar os seus carros em paz. Se cada flanelinha que existisse no mundo virasse uma cesta básica, acabava a fome no planeta.

Eu acho que só uma pessoa gosta do flanelinha: a mãe dele. Isso é, se ela não tiver carro e não precisar estacionar em algum lugar que esteja contaminado por essa praga. Caso contrário, nem a mãe dele vai gostar dele. Listo aqui as 10 coisas que mais me irritam nos flanelinhas:"


Confira no blog Byte Que Eu Gosto!


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Piada Nerd (fase bônus)

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Não entendeu?
Problema seu!
(ou não)


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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Piada Nerd (4)

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Não entendeu?
Sorte sua.
(ou não!)


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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sim, era um anão...

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Da esquerda pra direita: Han Solo, Darth Vader, Chewbacca, Leia, R2D2, Luke.


Quer ver mais fotos? Então toma!


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Piada Nerd (3)

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Não entendeu?
Sorte sua.
(ou não!)


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sexta-feira, 31 de julho de 2009

É assim mesmo...

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Na essência é a mesma coisa.
Mas as reações, quanta diferença!


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O "deixa disso" de Obama

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O presidente dos EUA convoca dois desafetos, envolvidos em um suposto caso de racismo, para resolver o assunto de um jeito que nós brasileiros conhecemos muito bem como o mais eficiente método de solução de conflitos. Sentados numa mesa, batendo um bom papo e regado a cerveja.
O presidente da maior nação se desprendendo dos grandes problemas internacionais que ocupam sua cabeça pra mediar um "deixa disso". Todo despojadão, mangas da camisa dobrada, descascando aquele amendoim... Aposto que no momento certo ele até soltou um arroto contido.
Obama é responsável por mudar a rotina sisuda do poder. Quando começaram os surtos da gripe suína em seu país, foi à TV mostrar o modo correto de se lavar as mãos. Se deixou fotografar em foto com os pés sobre a mesa, solado gasto de tanto rodar pelo país em campanha.
Tudo bem, quando você analisa racionalmente vai ver que são gestos ensaiados. Tudo milimetricamente pensado pra parecer cool.

Mas eu fico aqui pensando: imagina se fosse o nosso presidente que resolvesse mediar um "deixa disso" sentado numa roda de cerveja? Acho que o mundo viria abaixo!


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terça-feira, 28 de julho de 2009

Piada Nerd (2)

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Não entendeu?
Sorte sua.
(Ou não!)



A gripe e o bug

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Mais um dia de notícias alarmantes em todos os noticiários. Mais um dia se aulas nas escolas de diversos estados. Mais um dia de justificativas governamentais. Mais um dia de contabilidade entre infectados e mortos pela gripe suína.
Gripezinha vagabunda que está mais fazendo barulho do que sendo grave realmente. Me lembra o "Bug do Milênio". Todo mundo ficou assustado, todo mundo gastou dinheiro. Teve gente que fez estoque de comida. E no final, não deu em nada.
Enquanto isso a dengue, imbatível, já registra 361.552 casos, só em 2009. Isso porque teve uma queda de 49%, segundo o Ministério da Saúde.
É o velho complexo de vira-lata dos brasileiros. Sempre estamos buscando doença estrangeira para nos mobilizarmos. Mas não enxergamos que as nossas doenças são muito mais avassaladoras.
Eu tenho uma proposta: larga a gripe suína pra lá e investe todo esse dinheiro, tempo na televisão, e-mail de divulgação sobre procedimentos de prevenção... vamos desviar toda essa energia para o combate à dengue. Iríamos salvar muito mais vidas.

Mas como disse o poeta, certa vez: "Hipocrisia, eu quero uma pra viver."
O que? Não foi isso que ele disse? Ah, deixa pra lá...






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sábado, 25 de julho de 2009

Piada Nerd

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Não entendeu?
Sorte sua.
(Ou não!)


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quarta-feira, 15 de julho de 2009

O tropeço de Lula

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O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, tropeçou e quase caiu em frente ao Palácio do Eliseu, em Paris, após encontro com o presidente francês Nicolas Sarkozy.




Duas coisas chamam a atenção nas fotos.
A primeira são as feições do nosso Presidente. Primeiro susto, depois desespero e por fim o alívio. Olhando bem dá até pra sentir o coração disparado.
A segunda (em destaque) é o riso contido do soldado da guarda do palácio. Dá pra ouvir...

Ah! Vai dizer que você não iria rir?
Eu iria...


Confira as fotos em tamanho maior clicando aqui.


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terça-feira, 14 de julho de 2009

What the fuck???

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Crise mundial? Energia renovável? Protocolo de Kyoto? Rodada de Doha?
Nada disso! O que mais chamou atenção no encontro entre Lula e Obama foi...




Ah! Vai dizer que você também não iria ficar reparando?
Eu iria...


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